Microbiologia

Microbiologia

O Setor de Microbiologia é responsável pelo cultivo, isolamento e identificação de bactérias, fungos e leveduras causadores de doenças em animais. Realizamos culturas de amostras de pelos, urina, fezes, secreções, sangue, entre outros.
Identificação desses microrganismos é realizada por nossos microbiologistas de forma sistemática com o uso de meios seletivos e provas bioquímicas, somados ao conhecimento técnico das características macro e microscópicas das colônias isoladas.

As Bactérias após isoladas podem ter sua resistência testada frente a diferentes antibióticos no exame chamado antibiograma, da mesma forma que os fungos e leveduras no antifungigrama.
Através desses exames é possível identificar qual medicamento pode ser utilizado no tratamento do paciente de forma eficaz.
É no setor de microbiologia que são realizados exames como cultura de urina, orofaringe e outras secreções, a fim de diagnosticar doenças infecciosas relacionadas, por exemplo, à atividade bacteriana nociva presente no organismo.

Perguntas frequentes

A microbiologia é a área da ciência que estuda os microrganismos, seres vivos microscópicos, incluindo bactérias, vírus, fungos e protozoários. Esses organismos têm um papel fundamental na natureza e impactam diversos aspectos da vida, desde a saúde humana até processos industriais e ambientais.

Na área clínica, a microbiologia tem diversas aplicações importantes, como a identificação de patógenos causadores de doenças infecciosas, os testes de sensibilidade a antibióticos para orientar o tratamento e o desenvolvimento de vacinas para prevenir infecções.

Através de técnicas laboratoriais avançadas, como culturas bacterianas, PCR e testes de imunofluorescência, a microbiologia possibilita a identificação dos microrganismos presentes em amostras clínicas, como sangue, urina e secreções. Isso é fundamental para direcionar o tratamento adequado e evitar complicações.

A resistência bacteriana ocorre quando as bactérias desenvolvem a habilidade de sobreviver e multiplicar-se em presença de antibióticos, tornando esses medicamentos ineficazes. A microbiologia estuda os mecanismos de resistência e busca novas estratégias para combater essas bactérias, além de promover a conscientização sobre o uso responsável de antibióticos.

A microbiologia tem aplicações importantes na indústria, como a produção de alimentos fermentados, medicamentos e enzimas industriais. Além disso, é essencial para o estudo dos microrganismos presentes no meio ambiente, como os que participam dos ciclos biogeoquímicos e os que auxiliam na decomposição de materiais orgânicos.

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Parasitologia

Parasitologia

A parasitologia é um setor que se dedica ao estudo dos parasitas, organismos que vivem às custas de outros seres vivos, chamados de hospedeiros, obtendo benefícios às custas destes. 

O exame parasitológico é um teste realizado com amostras de fezes. O objetivo principal da análise é diagnosticar parasitas intestinais. O exame é capaz de detectar proglotes (tênias e solitárias, por exemplo) e vermes adultos que afetam o intestino humano.

Além disso, o teste pode ser solicitado para determinar a consistência das fezes, a presença de sangue, leucócitos e proteínas. Como resultado, ele ajuda a diagnosticar e entender as razões de dores e incômodos no sistema digestório. A pesquisa de sangue, por sua vez, pode identificar possíveis tumores e outros males intestinais.

Perguntas frequentes

Parasitologia é a ciência que estuda os parasitas, organismos que vivem em associação com outros seres vivos, chamados de hospedeiros, de quem retiram nutrientes e benefícios às custas do hospedeiro. Essa área abrange a investigação dos diferentes tipos de parasitas, como vermes, protozoários e artrópodes, bem como suas características biológicas, ciclos de vida e interações com os hospedeiros.

Existem várias doenças causadas por parasitas que afetam humanos e animais. Alguns exemplos comuns incluem malária, doença de Chagas, leishmaniose, amebíase, giardíase, esquistossomose, teníase e toxoplasmose. Cada uma dessas doenças é causada por um tipo específico de parasita e pode variar em gravidade e sintomas, dependendo da espécie envolvida.

O diagnóstico de doenças parasitárias é realizado através de exames laboratoriais específicos, como análise de fezes, amostras de sangue, urina ou biópsias. A identificação de parasitas ou seus ovos ou larvas nas amostras coletadas permite confirmar a presença da infecção e determinar o tratamento adequado para cada caso.

Os parasitas podem ser transmitidos de várias formas. Alguns são transmitidos através da ingestão de alimentos ou água contaminados com fezes contendo ovos de parasitas. Outros são transmitidos através de picadas de insetos, como mosquitos e carrapatos, que atuam como vetores na disseminação dos parasitas. Além disso, alguns parasitas podem ser transmitidos através do contato direto com animais infectados.

A prevenção de doenças parasitárias envolve medidas como a higiene pessoal, o consumo de água potável, o saneamento básico adequado, o controle de vetores e o tratamento de animais domésticos. Além disso, a vacinação pode ser uma forma eficaz de prevenir algumas doenças parasitárias. É importante também buscar orientação médica em caso de suspeita de infecção e seguir corretamente as recomendações de tratamento e profilaxia.

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Urinálise

Urinálise

A urinálise é um grupo de exames químicos e microscópicos. Detecta produtos normais e anormais do metabolismo, células, fragmentos de células e bactérias na urina. Os rins filtram o sangue, eliminando na urina restos metabólicos desnecessários,  como ureia e creatinina, e conservando substâncias necessárias e reaproveitáveis, como proteínas e glicose. Alterações da composição da urina podem indicar problemas metabólicos ou problemas renais.
Muitos distúrbios afetam a composição da urina, principalmente aumentando a quantidade de substâncias, como proteínas, glicose ou bilirrubina, e células, como leucócitos e hemácias. Concentrações aumentadas de componentes que não são encontrados normalmente em quantidade significativa na urina podem ocorrer porque:

A quantidade no sangue está aumentada, e os rins estão eliminando o excesso.
A função renal está comprometida por uma doença.
Há uma infecção urinária, no caso de bactérias e leucócitos em excesso na urina.

Perguntas frequentes

A amostra de urina para urinálise pode ser colhida em qualquer momento. A primeira amostra de urina da manhã é considerada melhor porque a urina está mais concentrada e tem maior probabilidade de mostrar anormalidades.

É importante lavar a genitália antes de colher a urina porque esta pode ser contaminada por bactérias e por células da pele que circunda a uretra, e interferir nos resultados. Mulheres devem afastar os lábios da vulva e limpar a saída da uretra com movimentos da frente para trás, evitando a contaminação da urina com materiais e células da pele ou da vagina. Homens devem limpar a ponta do pênis.

Como a urinálise é um exame geral de triagem, a hora da coleta não é importante, embora a primeira urina da manhã seja preferida porque é mais concentrada. Em alguns casos, o médico pode pedir a coleta em uma hora específica. Por exemplo, para a pesquisa de glicose na urina após uma refeição.

A urinálise pode ser pedida como um exame de rotina antes de uma internação, de uma cirurgia ou durante a gravidez. É pedida sempre quando há sinais e sintomas de infecção urinária ou de doença renal. Alguns desses sinais:
• Dor abdominal.
• Dor nas costas.
• Micção frequente ou dolorosa.
• Sangue na urina.

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Bioquímica

Bioquímica

A bioquímica desempenha um papel fundamental na compreensão dos processos químicos e substâncias presentes nos organismos vivos. Na área da saúde, a bioquímica clínica utiliza técnicas de análises para obter informações sobre a saúde e o funcionamento do organismo, auxiliando no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças.

Essas análises fornecem dados precisos sobre os níveis de substâncias químicas no organismo, ajudando a identificar desequilíbrios bioquímicos associados a condições patológicas.

Além disso, a bioquímica é importante na identificação de biomarcadores que indicam a presença de doenças, no desenvolvimento de terapias personalizadas e no estudo da nutrição e alimentação saudável. Em uma clínica, a bioquímica é essencial nos exames laboratoriais, fornecendo informações valiosas para o cuidado com a saúde dos pacientes.

Perguntas frequentes

Os exames bioquímicos fornecem informações sobre os níveis de substâncias químicas no organismo, auxiliando no diagnóstico de doenças, monitoramento de tratamentos e avaliação do estado de saúde dos pacientes. Eles ajudam a identificar desequilíbrios bioquímicos, indicando possíveis condições patológicas e orientando o cuidado adequado.

Biomarcadores são moléculas presentes no organismo que podem indicar a presença de uma determinada doença. Eles são identificados por meio de análises bioquímicas e podem ser utilizados no diagnóstico precoce, monitoramento de doenças e avaliação da eficácia de tratamentos. Esses marcadores biológicos são importantes para um diagnóstico mais preciso e um cuidado personalizado.

A bioquímica permite compreender os processos metabólicos e as vias bioquímicas no organismo. Esse conhecimento é fundamental para identificar alvos terapêuticos específicos e desenvolver medicamentos direcionados. Com uma abordagem personalizada, é possível maximizar a eficácia dos tratamentos, minimizando os efeitos colaterais e considerando as características individuais de cada paciente.

A bioquímica está relacionada à nutrição, pois estuda como os nutrientes são metabolizados no organismo. Com base nesse conhecimento, é possível compreender como a alimentação afeta a saúde e como os nutrientes influenciam o funcionamento do corpo. A bioquímica contribui para a identificação de nutrientes essenciais, estudo de dietas adequadas e prevenção de doenças relacionadas à alimentação.

Na área da bioquímica clínica, atuam profissionais especializados, como bioquímicos e biomédicos. Eles são responsáveis por realizar as análises bioquímicas, interpretar os resultados e fornecer informações relevantes para o diagnóstico e tratamento de pacientes. Esses profissionais utilizam equipamentos de laboratório avançados e técnicas específicas para garantir a precisão e confiabilidade dos exames.

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Hematologia

Hematologia

Dentro da rotina de atividades de um laboratório de análises clínicas, a hematologia laboratorial representa uma das técnicas mais utilizadas. A hematologia, que pode ser entendida como o estudo e análise pormenorizado dos componentes do sangue, tem como princípio básico a identificação de eventuais alterações na composição sanguínea e as suas causas.

Inserida nos expedientes laboratoriais, a hematologia recebe o nome de hematologia laboratorial. Esse procedimento une as rotinas analíticas, os equipamentos, os profissionais especializados e os métodos de avaliação a toda a ciência por trás do sangue e seus componentes, com a finalidade de identificar diferentes tipos de patologias e condições clínicas que podem alterar a saúde do paciente.

A hematologia é um ramo da medicina cujo objetivo central de estudo é o sangue, além dos órgãos e tecidos que se relacionam com esse vital componente do corpo humano. Seus estudos e práticas são desenvolvidos por especialistas, chamados de hematologistas, que são profissionais responsáveis por avaliar e estudar as características do sangue e, com base nelas, indicar a presença de anomalias na estrutura sanguínea do paciente.

Entre as doenças mais comuns identificadas pelos procedimentos hematológicos, podemos citar:

  1. anemias dos mais variados tipos;
  2. policitemia, ou excesso de produção de glóbulos vermelhos;
  3. leucemia;
  4. hemoglobinopatias;
  5. linfomas malignos;
  6. mielofibrose.

Contudo, para que essas condições clínicas e patologias sejam identificadas com precisão, é indispensável a utilização de meios próprios de avaliação — hemograma —, equipamentos e de um ambiente ideal. É nesse ponto que a hematologia laboratorial se insere.

A hematologia laboratorial é o conjunto de rotinas analíticas voltadas à avaliação pormenorizada de todos os elementos do sangue. Como ocorre em outros exames e expedientes laboratoriais, a hematologia em questão segue uma rigorosa linha procedimental, composta por três fases:

  • pré-analítica: engloba todas as atividades que antecedem o ensaio laboratorial, isto é, as atividades realizadas antes da determinação analítica propriamente dita;
  • analítica: inicia com a validação do sistema analítico, envolvendo o controle de qualidade, e se finda com a geração de um resultado;
  • pós-analítica: tem seu início após a geração do resultado analítico — seja ele quantitativo ou qualitativo —, e se encerra com a entrega do laudo e a interpretação do resultado ao paciente.

Perguntas frequentes

Os exames hematológicos são fundamentais na saúde, permitindo o diagnóstico de doenças como anemias, leucemias e distúrbios de coagulação. Essas análises fornecem informações sobre a saúde geral, auxiliam no monitoramento de tratamentos e possibilitam a prevenção e detecção precoce de condições médicas. Além disso, são essenciais para avaliar a compatibilidade de transfusões sanguíneas e acompanhar pacientes antes de cirurgias. Em resumo, os exames hematológicos desempenham um papel crucial no cuidado com a saúde e no bem-estar dos pacientes.

Alguns exames comuns realizados na hematologia incluem o hemograma completo, que avalia as células sanguíneas e suas quantidades, a contagem de plaquetas, a dosagem de hemoglobina e a análise das diferentes populações de glóbulos brancos. Além disso, existem testes específicos para identificar doenças como anemias, leucemias e distúrbios de coagulação.

A anemia é uma condição caracterizada pela diminuição da quantidade de glóbulos vermelhos ou hemoglobina no sangue, o que pode resultar em uma redução na capacidade de transporte de oxigênio pelo corpo. Suas causas mais comuns incluem deficiência de ferro, carência de vitamina B12 ou ácido fólico, perda de sangue por sangramentos excessivos ou problemas na produção de glóbulos vermelhos pela medula óssea.

A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células formadoras de sangue na medula óssea e na corrente sanguínea. Ela se desenvolve quando há uma produção descontrolada de glóbulos brancos imaturos, prejudicando a função das células sanguíneas normais. Existem diferentes tipos de leucemia, e o tratamento varia de acordo com a variedade e o estágio da doença.

Os distúrbios de coagulação são condições em que o processo de coagulação sanguínea é afetado, resultando em sangramentos excessivos ou trombose. Esses distúrbios podem ser congênitos ou adquiridos. Para o diagnóstico, são realizados exames específicos para avaliar a capacidade de coagulação do sangue, como o tempo de protrombina (TP) e o tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa), que identificam alterações nos fatores de coagulação.

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Imunologia

Imunologia

A imunologia é o setor que busca estudar o sistema imunológico e as condições que podem afetá-lo. O sistema imunológico é composto por células como os linfócitos, leucócitos e fagócitos, que fazem parte da defesa do corpo contra vírus, bactérias, fungos e outros possíveis invasores do organismo. Os exames imunológicos servem para indicar desiquilíbrios nas defesas como também para indicar a reação específica do organismo para algum tipo de doença.
Entre eles podemos citar:
• Anti HBC
• AntiHBS
• Anti HCV
• ASLO
• Fator rematóide
• Hepatite A (IGG- IGM)
• Hepatite B
• Hepatite C
• HIV
• Citomegalovirus
• Mononucleose infecciosa
• Celulas LE
• Sorologia para dengue
• Toxoplasmose
• VDRL
• Rubéola
• Waller Rose

Perguntas frequentes

A baixa da imunidade é o enfraquecimento das respostas do sistema imune frente à ação de antígenos. Quando isso acontece, o organismo fica exposto e começa a apresentar sintomas e sinais que apontam para a necessidade de maior atenção aos cuidados com a saúde, a fim de solucionar os problemas atuais e evitar quadros mais preocupantes.

A queda de cabelo pode ser um dos sintomas apresentados pelo organismo quando a imunidade está baixa. Entretanto, é importante ressaltar que essa não é a única causa.
Quando isso acontece em decorrência da baixa imunidade, a razão é a escassez dos níveis de nutrientes no corpo, resultando em falha na manutenção do desenvolvimento saudável desses tecidos.

O sistema imunológico está diretamente ligado à produção hormonal. E, quando há desequilíbrio nos hormônios, a perda ou o ganho acentuado de peso pode acontecer. Além disso, uma nutrição incorreta pode ocasionar um mau funcionamento do sistema imune. Por exemplo, o excesso de fast food e alimentos gordurosos ou a baixa quantidade de refeições podem estar por trás desses sintomas e de um enfraquecimento do sistema imune.

A baixa imunidade tem grande impacto na funcionalidade do nosso intestino. Como o organismo fica mais suscetível à ação de patógenos, podem ser observadas diarreias frequentes?

Além disso, a qualidade da alimentação tem grande influência sobre a ocorrência de diarreias e constipações.

Sinais como queda de cabelo, fadiga e infecções recorrentes apontam para a imunidade baixa. Naturalmente, a ausência desses sintomas indica o contrário. Ou seja: se alguém dificilmente adoece e não apresenta os indícios mencionados, provavelmente está com a imunidade equilibrada.
No entanto, é válido checar como está a imunidade por meio de consultas e exames, mesmo que aparentemente esteja tudo bem — mas principalmente diante dos sinais descritos anteriormente. Nesse caso, agende uma checagem o mais rápido possível.

Avaliar a imunidade fornece dados sobre como seu organismo está se defendendo contra a ação de antígenos. Esses exames devem ser solicitados por um médico, mas é preciso conhecer os que podem ajudar nessa investigação. Saiba quais são os principais exames que avaliam a imunidade.
• Hemograma completo
• Dosagem de imunoglobulinas
• Exames de sorologia
• Contagem e subpopulação de linfócitos
• Exame de triagem neonatal para imunodeficiência 

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